outubro 26, 2004

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes....

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.
Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.

Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.

Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.

Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.

Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus.
Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.
Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas.
Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando..."

Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.

Publicado por vmar em outubro 26, 2004 12:06 PM
Comentários

Post poderoso!!!

Afixado por: Carriço em outubro 26, 2004 12:24 PM

portentosa posta! pena perder-se paternidade

Afixado por: OLima em outubro 26, 2004 12:34 PM

Pois! Posta poderosa, pena perder-se paternidade... pode parecer pindérico... parece-me posta para posteridade ponderar.
'Pê' pequena palavra parece.
Parece?
Parece.

pum pabraço,
Pfrancisco Pnunes

Afixado por: Planície Heróica em outubro 26, 2004 03:11 PM

Fiquei bastante aliviado quando realizei que a letra em causa não era um f....mas não te quero sugerir nada...
Um abraço do morfeu

Afixado por: morfeu em outubro 26, 2004 08:34 PM

Este texto é uma preciosidade! Abraço, WB

Afixado por: whiteball em outubro 26, 2004 09:19 PM

OLÁ! MUITO BEM. Vamos a entrar na TERTÚLIA e tome 1BICA, envie até 07/11 sua participação.
Bjs.

Afixado por: ALUENA em outubro 26, 2004 10:08 PM

Porra post poderoso portentoso podemos pensar prosador passou-se :) P'abraço.

Afixado por: ognid em outubro 26, 2004 10:51 PM

Porra, parecia pai Pedro pulando Paulo...

Afixado por: jgonçalves em outubro 26, 2004 10:55 PM

Pois, parece pouco possível "palavrear" pelo post; portanto páro...

(isto é, não é fácil comentar este "post"...)

Um abraço!

Afixado por: Leonel Vicente em outubro 26, 2004 11:39 PM

poderosa pujança

Afixado por: jpt em outubro 27, 2004 07:42 PM

Portugues perfeito! Creio que somente nosso idioma eh capaz de algo assim, ou sera que me equivoco?
Parabens!

Afixado por: Carmem Lucia Vilanova em outubro 31, 2004 02:00 AM

Perfeito!! :)

Afixado por: Maria Branco em novembro 1, 2004 08:02 PM